16 de agosto de 2016

"Misericórdia na Família: Dom e Missão" é o tema da Semana Nacional da Família 2016

Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, a Semana Nacional da Família começou a ser celebrada em todas as paróquias e dioceses do Brasil. A iniciativa proposta pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai até o próximo domingo, 21 de agosto, e pretende ajudar as famílias a vivenciarem a espiritualidade.
Sobre a temática escolhida para celebrar a Semana este ano, o assessor da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, padre Jorge Filho explica que o intuito é refletir e trazer o tema para vivência familiar. “Nós celebramos esta Semana Nacional da Família com este tema importante, lembrando que estamos vivenciando, com toda a Igreja, o Ano Jubilar da Misericórdia”, enfatizou.
É também por ocasião do Ano Santo da Misericórdia, proclamado pelo papa Francisco, que a Semana Nacional da Família ganha um sentido ainda maior, especialmente, porque convida as famílias a serem misericordiosas em suas relações.  “Nós estamos vivenciando essa beleza que é o Ano da Misericórdia, no qual a Igreja está sendo convidada a redescobrir a misericórdia de Deus para a vida dos homens e anunciar essa misericórdia”, sublinhou.
A Semana Nacional da Família também está em sintonia com a Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris Laetitia, lançada este ano pelo papa Francisco. “Recebemos do papa esta Exortação Apostólica que fala do amor na família, então seria o grande momento de refletirmos sobre Amoris Laetitia dentro do Ano da Misericórdia e entendemos que a família precisa realmente deste apoio, deste empenho da Igreja para que ela possa tornar-se cada vez mais um instrumento também de evangelização para a nossa sociedade”, destacou o assessor.

“Hora da Família 2016”

Para as celebrações da Semana, a Comissão para a Vida e a Família da CNBB e a Pastoral Familiar (CNPF) oferecem o subsídio “Hora da Família 2016”. O material apresenta reflexões sobre temas familiares e roteiros de orações e cantos.
De acordo com o padre Jorge Filho, o subsidio é um instrumento pedagógico para a vivência da Semana da Família. “Nós damos essa possibilidade de refletir a partir do Hora da Família, mas também claro cada diocese na sua realidade, cada instância na sua realidade vai saber criar momentos importantes de reflexão dentro dessa Semana Nacional da Família”, afirmou.
O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – Secren. Encomendas podem ser feitas pelo telefone (61) 3443-2900 ou pelo e-mail vendas@cnpf.org. O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses. 
fonte:http://www.cnbb.org.br.

5 de maio de 2016

Dízimo questão de Fé!



Na Paroquia de Nossa Senhora de Nazaré, a Pastoral do Dízimo atende diariamente na Secretaria Paroquial, na Praça Senador João Câmara,1150 Centro de Parazinho ao Lado da Igreja Matriz.
Prontos para o Serviço
O Coordenador da Pastoral no Dízimo, e o integrante da equipe, estão sempre à disposição para atender aos paroquianos e demais cristãos desejosos de informações a respeito. Se você não puder ir até à Secretaria, basta ligar para (84) 3697-0009.
As missas com intenção especial pelos dizimistas acontecem todo primeiro domingo de cada mês. As reuniões da Pastoral do Dízimo, toda sexta-feira, às 18h30, seguinte às missas dos dizimistas.
Cadastro
Faça seu cadastro na Secretaria Paroquia ou Mais informações pelo telefone (84) 3697-0009.
Dízimo
“Dízimo” significa a décima parte de alguma coisa. O Dízimo já era um costume praticado pelos povos do oriente. Eles entregavam no templo um décimo do que recolhiam em seu trabalho para cultuar seu Deus. O Dízimo podia ser pago com colheita, lucros pessoais e rebanhos. Ele também era pago pelos judeus, onde o mais antigo estatuto que se conhece sobre este tributo, se encontra na Bíblia, no livro de Deuteronômio 14, 22-27.

Quando falamos de Dízimo na Igreja, falamos do valor entregue à comunidade paroquial. Comunidade onde celebramos a fé, onde participamos. É nesse lugar onde não podem faltar os recursos necessários para que a Igreja possa desenvolver todo o seu trabalho de catequese, a liturgia e a evangelização por meio das diversas pastorais organizadas.


O Dízimo que entregamos nessa comunidade é simples devolução de algo que apenas está sob minha administração, que não me pertence, pertence a Deus. Portanto, não estamos fazendo nada de extraordinário nisso. Por isso, diz-se que, ao dar o Dízimo, não adquirimos nenhum direito ou privilégio. Estamos dando porque já recebemos.

3 de maio de 2016

Papa fala sobre tipos de cristãos: múmias, errantes e teimosos


Francisco levou os fiéis a se questionarem sobre como cada um está neste caminho cristão: parado, errante, vagando ou diante de Jesus
Da Redação, com Rádio Vaticano

Jesus é o caminho justo da vida cristã e é importante verificar constantemente se o estamos seguindo com coerência ou se a experiência de fé foi perdida ou interrompida ao longo do caminho. Este foi o centro da reflexão feita pelo Papa Francisco na missa da manhã desta terça-feira, 03, na Casa Santa Marta.
A vida da fé é um caminho e ao longo dele se encontram vários tipos de cristãos. O Papa fez uma breve lista deles: cristãos-múmias, cristãos errantes, cristãos teimosos, cristãos meio-termo – aqueles que se encantam diante de um belo panorama e ficam parados. Gente que por uma ou outra razão se esqueceu que o único caminho justo, como recorda o Evangelho do dia, é Jesus, que confirma a Tomé: “Eu sou o caminho, quem me viu, viu o Pai”.

“Múmias espirituais”

Francisco examinou cada uma destas tipologias de cristãos confusos, começando antes de tudo pelo cristão que “não caminha”, que dá a ideia de ser um pouco “embalsamado”.
“Um cristão que não caminha, que não percorre a estrada, é um cristão um pouco ‘paganizado’: fica ali, parado, não vai avante na vida cristã, não faz florescer as bem-aventuranças em sua vida, não faz obras de misericórdia… É estático. Desculpem-me a palavra, mas é como se fosse uma ‘múmia’, uma ‘múmia espiritual’. Parados… Não fazem mal, mas não fazem bem”.

Os teimosos e os errantes

Eis então que surge o cristão obstinado. Quando se caminha, explicou Francisco,  pode-se errar a estrada, mas isso não é o pior. Para o Papa, “a tragédia é ser teimosos e dizer ‘este é o caminho’ e não deixar que a voz do Senhor nos diga ‘volte atrás e retome o caminho certo’. E depois, existe a quarta categoria, a dos cristãos que caminham, mas não sabem para onde vão”.
“São errantes na vida cristã, vagantes. A vida deles é vagar, aqui e ali, e perdem assim a beleza de se aproximar de Jesus na vida de Jesus. Perdem o caminho porque vagam e, muitas vezes, esse vagar, vagar errante, os levam a uma vida sem saída: o muito vagar se transforma em labirinto e depois não sabem sair. Perderam o chamado de Jesus. Não têm bússola para sair e vagam; procuram. Há outros que no caminho são seduzidos por uma beleza, por algo e param na metade do caminho, fascinados por aquilo que veem, por aquela ideia, por aquela proposta, por aquela paisagem … E param! A vida cristã não é um fascínio: é uma verdade! É Jesus Cristo!”.

O momento das perguntas

Diante dessas reflexões Francisco disse que podemos nos questionar. Como vai o caminho cristão que iniciei no Batismo? Está parado? Errei o caminho? Vago continuamente e não sei aonde ir espiritualmente? Paro diante das coisas que gosto: a mundanidade, a vaidade ou vou sempre adiante, tornando concretas as Bem-aventuranças e as Obras de misericórdia? Porque o caminho de Jesus é tão cheio de consolações, de glória e também de cruzes. Mas sempre com paz na alma”.
“Esta é a nossa pergunta do dia, façamo-la, cinco minutinhos. Como eu sou neste caminho cristão? Parado, errante, vagando, parando diante das coisas de que gosto ou diante de Jesus ‘Eu sou o caminho’? E peçamos ao Espírito Santo que nos ensine a caminhar bem, sempre! E quando nos cansarmos, façamos uma pequena pausa e avante. Peçamos esta graça”.

Maio, mês de louvores a Maria


Queridos irmãos e irmãs!
Começou maio! Mês das mães e da Mãe de Deus, Nossa Senhora. É um mês especial de celebrações, terços nas igrejas e comunidades, nas famílias, nas casas. É um mês propício para refletirmos sobre o princípio mariano de nossa fé. Eis um ensinamento que devemos todos ter em mente para que a nossa devoção à Virgem Maria, sinal de fé e de compreensão cristológica, seja de fato um elemento de vivência autêntica e renovadora da experiência cristã.
Eis o ponto principal, considerado o “princípio mariológico básico” ou fundamental: Deus criou o homem e a mulher para serem participantes de sua vida divina. Ele os criou por meio do seu Filho, a Palavra eterna, e na força do seu Espírito Santo, vinculo de amor entre Pai e Filho e do amor do Pai e do Filho por todos nós. Antes da fundação do mundo, Deus predestinou-nos a ser conforme a imagem de seu Filho, e por isso, recebermos a vida divina. Em Adão encontramos a figura daquele que devia vir, isto é, do Filho que se encarnaria, para revelar e para comunicar a vida divina aos homens e às mulheres. Maria é preparada e escolhida para ser o instrumento da encarnação daquele que devia revelar aos homens e às mulheres a imagem segundo a qual eles foram criados. Ser a Mãe do Verbo Encarnado, portanto, é a grande graça que Deus concede a Maria e por causa dela, todos os outros dogmas recebem seu significado. Por ser a Mãe da Imagem de Deus feita carne, Maria é também a Mãe de todos os viventes, criados segundo a imagem daquele que se tornaria seu Filho.
Assim, a devoção a Virgem Maria não é uma transferência de louvores ou de culto prestados a Deus. Antes, é precisamente no louvor e na adoração a Deus que nós reconhecemos a sua graça na vida da jovem de Nazaré, daquela que é a concreção de tudo o que a Igreja, inspirada na Palavra de Deus, anuncia e crê sobre o homem e a mulher. No plano de Deus, no seu eterno desígnio de salvação, Ele quer que os homens e as mulheres sejam santos e imaculados, e vivam na eternidade a comunhão com o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Imaculada Conceição, Virgindade e Assunção, dogmas marianos dependentes da Maternidade virginal e divina de Maria, não são exceção da obra de Deus mas, em Maria, são o protótipo do ser humano remido e integrado na vida divina. Esse projeto de Deus, realizado já aqui na terra, se concretiza na missão, obra que significa o “dar à luz” Jesus cristo, isto é, anúncio de que, em Jesus Deus manifesta o seu amor e a sua ternura que abraça toda criatura.
Louvemos a Maria, Mãe de Deus louvamos a vós! O coro dos anjos vos louva, saúdam-vos todos os santos. Maria, clamamos a vós! Mãe de Deus, clamamos a vós!