5 de maio de 2016

Dízimo questão de Fé!



Na Paroquia de Nossa Senhora de Nazaré, a Pastoral do Dízimo atende diariamente na Secretaria Paroquial, na Praça Senador João Câmara,1150 Centro de Parazinho ao Lado da Igreja Matriz.
Prontos para o Serviço
O Coordenador da Pastoral no Dízimo, e o integrante da equipe, estão sempre à disposição para atender aos paroquianos e demais cristãos desejosos de informações a respeito. Se você não puder ir até à Secretaria, basta ligar para (84) 3697-0009.
As missas com intenção especial pelos dizimistas acontecem todo primeiro domingo de cada mês. As reuniões da Pastoral do Dízimo, toda sexta-feira, às 18h30, seguinte às missas dos dizimistas.
Cadastro
Faça seu cadastro na Secretaria Paroquia ou Mais informações pelo telefone (84) 3697-0009.
Dízimo
“Dízimo” significa a décima parte de alguma coisa. O Dízimo já era um costume praticado pelos povos do oriente. Eles entregavam no templo um décimo do que recolhiam em seu trabalho para cultuar seu Deus. O Dízimo podia ser pago com colheita, lucros pessoais e rebanhos. Ele também era pago pelos judeus, onde o mais antigo estatuto que se conhece sobre este tributo, se encontra na Bíblia, no livro de Deuteronômio 14, 22-27.

Quando falamos de Dízimo na Igreja, falamos do valor entregue à comunidade paroquial. Comunidade onde celebramos a fé, onde participamos. É nesse lugar onde não podem faltar os recursos necessários para que a Igreja possa desenvolver todo o seu trabalho de catequese, a liturgia e a evangelização por meio das diversas pastorais organizadas.


O Dízimo que entregamos nessa comunidade é simples devolução de algo que apenas está sob minha administração, que não me pertence, pertence a Deus. Portanto, não estamos fazendo nada de extraordinário nisso. Por isso, diz-se que, ao dar o Dízimo, não adquirimos nenhum direito ou privilégio. Estamos dando porque já recebemos.

3 de maio de 2016

Papa fala sobre tipos de cristãos: múmias, errantes e teimosos


Francisco levou os fiéis a se questionarem sobre como cada um está neste caminho cristão: parado, errante, vagando ou diante de Jesus
Da Redação, com Rádio Vaticano

Jesus é o caminho justo da vida cristã e é importante verificar constantemente se o estamos seguindo com coerência ou se a experiência de fé foi perdida ou interrompida ao longo do caminho. Este foi o centro da reflexão feita pelo Papa Francisco na missa da manhã desta terça-feira, 03, na Casa Santa Marta.
A vida da fé é um caminho e ao longo dele se encontram vários tipos de cristãos. O Papa fez uma breve lista deles: cristãos-múmias, cristãos errantes, cristãos teimosos, cristãos meio-termo – aqueles que se encantam diante de um belo panorama e ficam parados. Gente que por uma ou outra razão se esqueceu que o único caminho justo, como recorda o Evangelho do dia, é Jesus, que confirma a Tomé: “Eu sou o caminho, quem me viu, viu o Pai”.

“Múmias espirituais”

Francisco examinou cada uma destas tipologias de cristãos confusos, começando antes de tudo pelo cristão que “não caminha”, que dá a ideia de ser um pouco “embalsamado”.
“Um cristão que não caminha, que não percorre a estrada, é um cristão um pouco ‘paganizado’: fica ali, parado, não vai avante na vida cristã, não faz florescer as bem-aventuranças em sua vida, não faz obras de misericórdia… É estático. Desculpem-me a palavra, mas é como se fosse uma ‘múmia’, uma ‘múmia espiritual’. Parados… Não fazem mal, mas não fazem bem”.

Os teimosos e os errantes

Eis então que surge o cristão obstinado. Quando se caminha, explicou Francisco,  pode-se errar a estrada, mas isso não é o pior. Para o Papa, “a tragédia é ser teimosos e dizer ‘este é o caminho’ e não deixar que a voz do Senhor nos diga ‘volte atrás e retome o caminho certo’. E depois, existe a quarta categoria, a dos cristãos que caminham, mas não sabem para onde vão”.
“São errantes na vida cristã, vagantes. A vida deles é vagar, aqui e ali, e perdem assim a beleza de se aproximar de Jesus na vida de Jesus. Perdem o caminho porque vagam e, muitas vezes, esse vagar, vagar errante, os levam a uma vida sem saída: o muito vagar se transforma em labirinto e depois não sabem sair. Perderam o chamado de Jesus. Não têm bússola para sair e vagam; procuram. Há outros que no caminho são seduzidos por uma beleza, por algo e param na metade do caminho, fascinados por aquilo que veem, por aquela ideia, por aquela proposta, por aquela paisagem … E param! A vida cristã não é um fascínio: é uma verdade! É Jesus Cristo!”.

O momento das perguntas

Diante dessas reflexões Francisco disse que podemos nos questionar. Como vai o caminho cristão que iniciei no Batismo? Está parado? Errei o caminho? Vago continuamente e não sei aonde ir espiritualmente? Paro diante das coisas que gosto: a mundanidade, a vaidade ou vou sempre adiante, tornando concretas as Bem-aventuranças e as Obras de misericórdia? Porque o caminho de Jesus é tão cheio de consolações, de glória e também de cruzes. Mas sempre com paz na alma”.
“Esta é a nossa pergunta do dia, façamo-la, cinco minutinhos. Como eu sou neste caminho cristão? Parado, errante, vagando, parando diante das coisas de que gosto ou diante de Jesus ‘Eu sou o caminho’? E peçamos ao Espírito Santo que nos ensine a caminhar bem, sempre! E quando nos cansarmos, façamos uma pequena pausa e avante. Peçamos esta graça”.

Maio, mês de louvores a Maria


Queridos irmãos e irmãs!
Começou maio! Mês das mães e da Mãe de Deus, Nossa Senhora. É um mês especial de celebrações, terços nas igrejas e comunidades, nas famílias, nas casas. É um mês propício para refletirmos sobre o princípio mariano de nossa fé. Eis um ensinamento que devemos todos ter em mente para que a nossa devoção à Virgem Maria, sinal de fé e de compreensão cristológica, seja de fato um elemento de vivência autêntica e renovadora da experiência cristã.
Eis o ponto principal, considerado o “princípio mariológico básico” ou fundamental: Deus criou o homem e a mulher para serem participantes de sua vida divina. Ele os criou por meio do seu Filho, a Palavra eterna, e na força do seu Espírito Santo, vinculo de amor entre Pai e Filho e do amor do Pai e do Filho por todos nós. Antes da fundação do mundo, Deus predestinou-nos a ser conforme a imagem de seu Filho, e por isso, recebermos a vida divina. Em Adão encontramos a figura daquele que devia vir, isto é, do Filho que se encarnaria, para revelar e para comunicar a vida divina aos homens e às mulheres. Maria é preparada e escolhida para ser o instrumento da encarnação daquele que devia revelar aos homens e às mulheres a imagem segundo a qual eles foram criados. Ser a Mãe do Verbo Encarnado, portanto, é a grande graça que Deus concede a Maria e por causa dela, todos os outros dogmas recebem seu significado. Por ser a Mãe da Imagem de Deus feita carne, Maria é também a Mãe de todos os viventes, criados segundo a imagem daquele que se tornaria seu Filho.
Assim, a devoção a Virgem Maria não é uma transferência de louvores ou de culto prestados a Deus. Antes, é precisamente no louvor e na adoração a Deus que nós reconhecemos a sua graça na vida da jovem de Nazaré, daquela que é a concreção de tudo o que a Igreja, inspirada na Palavra de Deus, anuncia e crê sobre o homem e a mulher. No plano de Deus, no seu eterno desígnio de salvação, Ele quer que os homens e as mulheres sejam santos e imaculados, e vivam na eternidade a comunhão com o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Imaculada Conceição, Virgindade e Assunção, dogmas marianos dependentes da Maternidade virginal e divina de Maria, não são exceção da obra de Deus mas, em Maria, são o protótipo do ser humano remido e integrado na vida divina. Esse projeto de Deus, realizado já aqui na terra, se concretiza na missão, obra que significa o “dar à luz” Jesus cristo, isto é, anúncio de que, em Jesus Deus manifesta o seu amor e a sua ternura que abraça toda criatura.
Louvemos a Maria, Mãe de Deus louvamos a vós! O coro dos anjos vos louva, saúdam-vos todos os santos. Maria, clamamos a vós! Mãe de Deus, clamamos a vós!

9 de abril de 2016

Amoris Laetitia


O Papa Francisco pediu mais compreensão com relação às famílias não tradicionais no documento “A Alegria do Amor”, que foi divulgado nesta sexta-feira (8). Ele pediu aos sacerdotes de todo o mundo aceitar gays e lésbicas, divorciados católicos e outras pessoas que vivem em situações que a igreja considera "irregulares".
O texto "Amoris Laetitia" (em latim), que tem 256 páginas, traz as conclusões de dois sínodos (reuniões) sobre a crise da família, realizados em outubro de 2014 e outubro de 2015, e representa uma mudança uma vez que reconhece as numerosas razões pelas quais os casais, segundo o contexto social e cultural, decidem conviver.

“Desejo, antes de mais nada, reafirmar que cada pessoa, independentemente da própria orientação sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito" (Papa Francisco).

O pontífice diz que a igreja não deve continuar a fazer julgamentos e “atirar pedras” contra aqueles que não conseguem viver de acordo com ideais de casamento e vida familiar do Evangelho, destacou a Associated Press.
No entanto, o documento rejeita "os projetos de equiparação das uniões entre pessoas homossexuais com o matrimônio". "Não existe nenhum fundamento para assimilar ou estabelecer analogias, nem mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o desígnio de Deus sobre o matrimônio e a família", diz o texto, segundo relato da France Presse.

"É inaceitável que as Igrejas sofram pressões nessa matéria e que os organismos internacionais condicionem a ajuda financeira aos países pobres à introdução de leis que instituam o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo", afirmou em outro trecho.

14 de janeiro de 2016

Emoção e fé: Em Parazinho, multidão acolheu a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil

Padre Ivanilson Alexandrino durante sua homilia
Fotos: Pascom Parazinho

Uma multidão de fiéis católicos participou da acolhida da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, na noite desta quarta-feira 13 de janeiro. Por volta das 18 horas, centenas de devotos da Mãe Aparecida se encontraram na cidade de Pedra Grande para recepcionar a imagem da santa que encerava sua visita a Paróquia de Santo Antão Abade, em São Bento do Norte/RN.

Após a acolhida em Pedra Grande por parte dos fiéis, uma grande procissão motorizada seguiu com destino a Parazinho para a celebração eucarística que acolheu com fé, alegria e entusiasmo a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida.

A Celebração Eucarística foi presidida pelo Pároco, o Padre Ivanilson Alexandrino. Em sua homilia Padre Ivanilson destacou a felicidade do povo católico neste dia de festa: “A visita da Mãe Aparecida à nossa Paróquia é motivo de festa e alegria, Nossa Senhora Aparecida torna-se presente em nossas vidas, que está visita fortaleça a fé do povo católico...” Afirmou o Padre Ivanilson Alexandrino.

A manifestação de fé do povo durante a Missa era fervorosa e emocionante; apesar da multidão atenta que lotou a praça pública, o silêncio dava lugar a palmas e orações ao longo de toda a celebração eucarística.
































7 de janeiro de 2016

Paróquia Nossa Senhora de Nazaré realizará sua IV Assembleia Paroquial


Padre Ivanilson Alexandrino durante a III Assembleia Paroquial

A Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré (Parazinho e Pedra Grande/RN) realizará sua IV Assembleia Paroquial, evento que traça metas e define planos de ação e evangelização para o ano de 2016.

A IV Assembleia Paroquial ocorrerá no próximo sábado, 09 de janeiro, a partir das 08h00m. Os trabalhos transcorridos durante o sábado serão ministrados pelo Padre Ivanilson Alexandrino.

A Assembleia Paroquial é destinada a coordenadores e vice-coordenadores de pastorais, coordenadores de capelas, lideranças religiosas e comunitárias.